Fascina-me a forma como os espanhóis gerem as suas cidades, vivem as suas praças, ocupam as suas praias.
A facilidade com que esticam a toalha ou pedem uma "caña de cerveza" depois de um dia de trabalho, saltando a burocracia do cansaço, do afazer doméstico e do mapa meteorológico
Enerva-me na mesma proporção o sempre pronto "No te entiendo", que merece um "Também não te entendo" e um apressar de passo para outro que, mesmo não entendendo melhor, ofereça a sua dose de esforço.
Este balanço entre nações é bom. Temos a aprender a descontração e a ensinar a cooperação.
Partilha a gerar partilha.
À parte isso, o delicioso cliché de um dia de praia.

Gijón
agosto, 2015













