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11.12.15

o meu pai sorria


'Porque o mar continuava fresco e sem receios. Muito fundo. O mar era um diamante líquido. Eu respondia: o mar também pensa. O meu pai sorria. Os peixes nadavam dentro de um diamante. No sangue de cristal.'

A Desumanização, Valter Hugo Mãe 

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Vol. 3
Akureyri, margem esquerda do fiorde Eyjafjörður

Islândia
novembro, 2014

Mais da saudosa Islândia, aqui.

30.7.15

ainda te lembras do fim daquele livro?


' Quem não sabe perdoar, só sabe coisas pequenas.'

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13.2.15

o Steindór dizia assim: o planeta é feminino


O planeta é feminino. O Steindór dizia assim: o planeta é feminino e apenas por ser assim se mantém em ordem. Pensei: o planeta.
Estava habituada a pensar na Islândia de um modo mais sozinha. Como se a Islândia fosse quase sempre tudo e não houvesse além disso.

A Desumanização, Valter Hugo Mãe


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Vol. 2
Nypugardar

Islândia
novembro, 2014


15.1.15

o meu pai declarou: a Islândia pensa.


O meu pai declarou: a Islândia pensa.
A Islândia é temperamental, imatura como as crianças, mimada. Tem uma idade geológica pueril. É, no cômputo do mundo, infante. Por viver a infância decide com muito erro, agressiva e exuberantemente. 

A Desumanização, Valter Hugo Mãe


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Vol. 1
Mosfell, Pingvallavatn, Thingvellir, Geysir, Gulfoss

Islândia
novembro, 2014